segunda-feira, 31 de março de 2008
Sucesso do Paramore é fruto da comunicação com os fãs, diz baixista.
Nos dias de hoje comunicação é tudo, diria um daqueles livros de auto-ajuda. E o Paramore sabe que isso é a pura verdade. Banda que começou carreira quando seus integrantes ainda estavam na adolescência, o quarteto de pop punk do Tennessee tem consciência de que, para chegar até os fãs, é fundamental usar as ferramentas atuais - ter presença em sites de relacionamento, manter um contato on-line bastante freqüente e, principalmente, usar a linguagem de seus fãs.pegada mais pesada ao emo
Some-se a isso uma vocalista de cabelos ruivos, Hayley Williams, com bastante carisma entre seu público, uma sonoridade produzido em uma embalagem atraente, letras sobre as angústias de ser jovem, e tem-se um dos nomes de maior apelo entre os adolescentes, que compraram quase 1 milhão de cópias do disco "Riot!" (e justamente a parcela do público que pensa que comprar CD não é a coisa mais corriqueira do mundo).
O baixista Jeremy Davis, o integrante mais velho do Paramore, de 23 anos, conversou com o G1 sobre o sucesso do quarteto, a violência no México contra garotos emos (entre eles, muitos têm o Paramore entre suas bandas favoritas) e os rumores de separação do grupo, que Davis nega, mas diz que a convivência em uma banda representa um grande desgaste.
G1 - Vocês venderam quase 1 milhão de cópias de "Riot!" em uma época em que cada vez menos se vende CD, ainda mais entre jovens, sua base de fãs. Como isso foi possível?
Jeremy Davis - Eu não sei, é algo que eu também me pergunto. Nunca esperamos que isso fosse acontecer quando nosso disco saiu. O máximo que arriscávamos era que o álbum vendesse 100 mil cópias. Mas sabe o que eu acho? Talvez isso tenha a ver com o modo como a gente se comunica com os nossos fãs. Porque eles são muito importantes para nós. Eles são a nossa prioridade.
G1 - E essa comunicação é feita principalmente através da internet, não?
Davis - É verdade, sempre que nós temos um tempo livre, se estivermos em casa, por exemplo, isso pode ser feito. A internet é maravilhosa para mantermos a comunicação com nossos fãs.
G1 - Vocês estouraram quando eram muito jovens, principalmente no caso de Hayley, que tinha menos de 18 anos quando isso aconteceu. Você acha que a banda perdeu muita coisa que adolescentes comuns costumam fazer por causa dos compromissos?
Davis - Eu pelo menos consegui terminar o ensino médio, mas Zac, Josh e Hayley [que tem hoje 19 anos e tinha 14 quando a banda começou] estavam ainda na escola quando as coisas aconteceram. Mas sabe do que eu sinto falta? Do contato com meus amigos, de nossa amizade não ser a mesma coisa de antes. É meio difícil, sabe? Todo esse ritmo é meio louco.
G1 - Qual é a verdade em relação aos rumores de que a banda iria se separar?
Davis - Eles não têm um pingo de verdade. Muita coisa se passou entre a gente, foi muito tempo na estrada e quase três anos sem ter um descanso para valer. As turnês te desgastam muito, desgastam seu corpo. Nós sempre fizemos o que as pessoas pediam e nunca fazemos o que a gente quer fazer. Pela primeira vez a gente queria ser egoísta e ir embora, porque tinha muita coisa rolando entre a gente, todos crescendo, virando adultos e passando por mudanças. Coisa de pessoas normais. Todo mundo muda. Isso é difícil quando se está na está na estrada. O que a gente precisava era ir para casa.
G1 - Não é contraditório fazer tudo o que as pessoas pedem e ter um disco chamado "Riot!" ("Revolta!")?
Davis - Olha, nós escolhemos o nome "Riot!" porque é algo realmente a respeito de nossas vidas. A gente precisava transmitir isso nas letras. Nós procuramos o significado da palavra "riot" no dicionário e estava lá: "uma explosão sem controle de emoções". Isso o que nosso disco representa. Emoções saindo diretamente da gente.
G1 - E o próximo disco, como vai ser diferente em relação a "Riot!"?
Davis - Não sei... Vai ser parecido com "Riot!" no sentido de que a nossa sonoridade vai ser mantida. Mas, por exemplo, a diferença entre "Riot!" e o nosso primeiro disco é que as letras eram mais maduras. Essas mudanças nas composições acontecem principalmente quando a gente está na estrada. Eu estou empolgado.
G1 - Como vocês lidam com o público de alguns festivais que atiram garrafas no palco que vocês estão tocando?
Davis - A platéia é sempre a nossa prioridade. Se o público não está animado, nós não vamos ter um bom show e vice-versa. Quando começam a atirar garrafas na gente é meio ruim, sabe? Se eles não gostam da gente, porque não saem e vão assistir a outra banda? Por que precisam atirar objetos? Nunca fez sentido para mim que eles perdessem tempo fazendo isso.
G1 - Em uma entrevista Josh e Hayley disseram que não elegeriam Hillary Clinton para presidente dos Estados Unidos porque, nas palavras deles, "ela é louca". Isso é verdade para você também?
Davis - [Ri, surpreso] Nós não somos uma banda política. Nós não entramos muito nesses assuntos. Eu vou votar, mas eu nunca tive muito tempo para conhecer o que os candidatos vão fazer por você. A gente teria que pensar muito antes de fazer qualquer tipo de sugestão.
G1 - Você soube que nos últimos dias houve uma grande onda de violência no México contra garotos emos - muitos deles seus fãs?
Davis - Puxa, não sabia disso. Na verdade, eu não tinha idéia. Definitivamente não apoiamos esse tipo de coisa. Não é legal, não é uma coisa para te deixar empolgado, sabe? Definitivamente não é coisa boa. Nossa música é sobre esperança, é sobre trazer esperança para quem ouve.
G1 - Vocês tinham conhecimento de que há uma base considerável de fãs do Paramore no Brasil?
Davis - Sim, desde que nós começamos de verdade, quatro anos atrás, uma das primeiras pessoas a comentar sobre o nosso som era do Brasil. E eu acho isso bastante louco. Não lembro o nome da garota, mas ela disse que falaria para todos os amigos sobre a nossa música. E, um pouco mais tarde, estávamos em um chat na internet com mais de 300 fãs e mais da metade era do Brasil.
G1 - Vocês têm planos de tocar no país ainda neste ano?
Davis - Ainda não existem planos concretos para este ano, nós estamos trabalhando nisso agora mesmo, porque quer mesmo ir para aí.
domingo, 30 de março de 2008
Live in London RIOT!
LET THE FLAMES BEGIN Paramore - Let The Flames Begin ( Live London).wmv
THAT'S WHAT YOU GET Paramore - That's What You Get.WMV
Covers (Audio)

HEAR YOU ME _ JIMMY EAT THE WORLD
Paramore - Hear You Me (cover).mp3
WALK THE LINE_JHONNY CASH
Walk The Line (Johnny Cash Cover @ Cat's Music in Franklin,TN).mp3
MY HERO_FOO FIGHTERS
PARAMORE _ MY HERO [foo fighters cover].mp3
Paramore Halifax Tour Nashville
DOWNLOAD: My Heart em
http://www.mediafire.com/?0ezjijs1b9g
DOWNLOAD: Brighter em
http://www.mediafire.com/?en5pbmdxj22
ACOUSTIC _ live Tropical Pizza
DOWNLOAD: CrushCrushCrush em
DOWNLOAD: Misery Business em
VIDEO CLIPE
PARAMORE_ CrushCrushCrush
sexta-feira, 28 de março de 2008

RIOT! (2007)
Lançado no dia 12 de Junho de 2007, esse foi um álbum muito esperado pelos fãs que foram influenciados pelo primeiro disco. Com uma tracklist composta por 11 músicas, entre elas: "Fences", "When It Rains" e "That's What You Get" tem como o objetivo de mostrar que a banda esta crescendo musicalmente. Os primeiros singles da banda foram "Misery Business", "Hallelujah" e "crushcrushcrush".
Paramore começou a gravar seu segundo álbum Riot! Em Janeiro de 2007, que terminou em março de produção, sem a guitarra de Hunter Cordeiro (que deixou a banda no início de 2007 para se casar); sem Cordeiro, chumbo guitarrista Farro foi obrigado a jogar tanto Guitarra partes sobre o álbum. Lamb desde então foi substituído pelo guitarrista Taylor York, que havia sido em uma banda com os irmãos Farro antes reunidas as duas Williams, como membro temporário durante a vigência do turismo. Depois de ser cortejada por produtores Neal Avron e Howard Benson, Paramore optou por se registar Riot! Em New Jersey produtor David Bendeth, lançando o álbum em 12 de junho de 2007. Riot! Entrou na Billboard 200, no número 20, o Reino Unido em charts Número 24, e vendeu 44000 sua primeira semana nos Estados Unidos. O nome Riot! Tinha sido escolhido pois significava "uma súbita explosão descontrolada da emoção", e era uma palavra que "resumiu tudo". A primeira único fora do álbum, lançado 21 de junho de 2007, "Misery Business", é, de acordo com a Williams, "mais honesto do que qualquer coisa que eu já escritas, e os rapazes que resultou emoção musicalmente."

All We Know Is Falling (2005)
A banda viajou de volta para Orlando para gravar seu álbum da estréia All We Know Is Falling, mas pouco tempo depois, Davis optou por deixar a banda citando razões pessoais. Os outros membros continuaram a gravação do álbum, escrevendo "All We Know" sobre a saída de Davis. O álbum também refletiu a dor da perda do integrante como explica Williams, "O sofá (na capa do All We Know Is Falling) com ninguém lá e a sombra à curta distância, é sobre Jeremy nos deixando e nós nos sentindo como se tivesse um espaço vazio". A gravação para All We Know Is Falling levou três semanas, e o material promocional para o álbum mostrava apenas os quatro membros restantes. Antes da turnê, a banda adicionou John Hembree (baixista) para substituir Davis. Durante este Verão, Paramore se apresentou no Shira Girl Stage de 2005 com a Warped Tour. Ao ser convidado pela banda a voltar, Davis retornou ao Paramore depois de cinco meses separados. All We Know Is Falling foi lançado em 24 de julho de 2005 e alcançou # 30 no Billboard's Heatseekers Chart. Paramore lança "Pressure", como seu primeiro single, com um vídeo dirigido por Shane Drake, mas a canção não teve lugar no charts. O vídeo mostrava a banda tocando num armazém. "Pressure" também é destaque na trilha sonora para o game The Sims 2 para Playstation 2 e Xbox. Em Julho, "Emergency" foi lançado como o segundo single, o vídeo novamente reuni a banda com o diretor Shane Drake e apresenta Hunter Cordeiro, que substituiu Bynum na guitarra. O terceiro single foi "All We Know", o vídeo consiste de uma coleção de performances ao vivo e backstage.



























